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Fotografia horizontal. Em uma sala de paredes branca e cinza, sete pessoas estão reunidas ao redor de uma mesa coberta por fotografias impressas. Algumas observam e manuseiam as imagens. Ao fundo, uma tela digital exibe informações sobre uma atividade intitulada “Acessibilizando Imagens”.

.ações educativas

O que são?

Ações educativas são experiências de aprendizagem construídas por meio do diálogo, da prática e da participação.

Elas podem acontecer em diferentes formatos, como oficinas, cursos, encontros, vivências, formações e atividades educativas.

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Em nosso trabalho, a acessibilidade atravessa essas experiências, aproximando conceitos e práticas e estimulando novas formas de pensar a relação entre arte, cultura e diversidade.

Para quem são? 

As ações podem ser desenvolvidas para públicos diversos.

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Trabalhamos com educadores, artistas, produtores culturais, mediadores, equipes de instituições culturais, estudantes, pessoas com deficiência e demais interessados em arte, cultura e acessibilidade.

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As ações educativas aproximam teoria e prática e ampliam a compreensão sobre acessibilidade cultural.

 

Elas estimulam a troca de experiências, a autonomia, a experimentação e o contato com diferentes formas de percepção e comunicação.

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Também contribuem para que profissionais, instituições e públicos reconheçam barreiras e incorporem a acessibilidade em suas próprias práticas.

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Em vez de apresentar respostas prontas, propomos experiências que permitam observar, experimentar, questionar e construir outras possibilidades de acesso e relação com a arte e a cultura.

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Cada ação pode ser adaptada ao espaço, ao público e aos objetivos do projeto.

Fotografia horizontal. Em um auditório, pessoas estão sentadas em cadeiras universitárias voltadas para direita. Diante delas, um homem em pé fala ao microfone, ao lado de outro homem sentado à mesa. Atrás deles, à esquerda, há quatro bandeiras em mastros verticais, posicionadas lado a lado junto à parede branca. E à esquerda uma projeção sobre acessibilidade e inclusão em museus.

Foto: Palestra "Acessibilidade e Inclusão - Construindo um Mundo para Todos", realizada no Museu Republicano de Itu - USP durante a 18ª Primavera dos Museus. 

Fotografia vertical. Em uma sala de paredes claras, um homem é visto de frente, voltado para direita. Traja camiseta azul-escura e usa boina preta.  Ele fala e gesticula com as mãos. Ao lado, à esquerda, uma mulher loira, de óculos e roupa preta faz a tradução em Libras. Ela gesticula. Ao fundo, à esquerda, uma projeção exibe texto sobre autodescrição e descrição de slides. À frente deles, há uma mesa de vidro com uma garrafa de água e copos plásticos.
Fotografia horizontal. Em uma sala de paredes brancas dezenas de pessoas estão sentadas em cadeiras universitárias e outras em pé ao fundo. À frente delas, um homem de blazer cinza gesticula diante do público, ao lado de outro homem, de preto, que faz a tradução em Libras. Nas paredes, há uma diversas fotografias em molduras amarelas.

Foto: Roda de Conversa "Acessibilidade e Inclusão" no Cine Foto Clube de Amparo para abertura da exposição "Reencontros - Exposição Retrospectiva do artista Sérgio Nardini".

Fotografia vertical. Em uma exposição, dois homens posam sorrindo diante de pinturas. Eles são vistos de frente. O homem da esquerda é cadeirante. Traja blusa preta com estampas brancas, calça jeans e usa óculos. O homem da direita, traja camiseta verde, blazer cinza e usa boina preta.  Ambos sorriem.  O homem de blazer está um pouco agachado com um braço sobre o encosto da cadeira de rodas.

Foto: Renan Nakano e Sérgio Nardini na abertura da exposição "Reencontros - Exposição Retrospectiva do artista Sérgio Nardini".

Foto: Palestra "Acessibilidade e Inclusão - Construindo um Mundo para Todos", realizada para o projeto "Mostra Acessibilidade na Arte - Identidades e Narrativas Diversas"

Fotografia vertical. Ao centro, em diagonal para esquerda, três homens sentados lado a lado, em perfil para esquerda. Eles usam vendas pretas sobre os olhos. O homem mais à frente toca com as duas mãos uma obra tátil em relevo sobre a mesa. Ao fundo há paredes brancas com fotografias preto e branco em molduras pretas penduradas.

Foto: Oficina Acessibilizando Imagens para o projeto Cine Bellas Artes - Cine Foto Clube Amparo - Centro Cultural. 

Fotografia horizontal. Em uma sala ampla, um grupo de quatorze pessoas posa para a foto, distribuído em duas fileiras, com algumas à frente e outras atrás, um pouco mais elevadas. Cada pessoa segura uma imagem impressa, com fotografias ou ilustrações coloridas, incluindo retratos, construções, plantas e formas abstratas. Ao fundo, há um painel azul com o título “Você Sabia?”, uma porta aberta e paredes pintadas de bege claro. À frente do grupo há mesas e cadeiras pretas. Sobre as mesas há uma caixa de papelão, garrafa de água, papéis e materiais outros materiais.

Foto: Oficina Acessibilizando Imagens realizada no Museu da Energia de Itu durante a 18ª Primavera dos Museus.  

- Na prática

Acessibilizando Imagens

A oficina desenvolvida por Renan Nakano aborda a acessibilidade na cultura a partir de experiências práticas e sensoriais.

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Durante a atividade, os participantes conhecem diferentes formas de tornar obras e conteúdos visuais acessíveis a pessoas com deficiência visual. Por meio de experiências táteis e auditivas, são apresentados conceitos de audiodescrição, imagens táteis e tecnologias assistivas, aproximando os participantes de diferentes possibilidades de acesso à cultura.

 

Depois de conhecer e experimentar diferentes recursos, os participantes colocam a criatividade em prática na produção de uma imagem em relevo, explorando texturas, formas, volumes e materiais. O processo estimula a reflexão sobre como uma informação visual pode ser percebida por outros sentidos e como diferentes soluções podem ser construídas para uma mesma imagem.

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As reproduções táteis e adaptações utilizadas na oficina foram experimentadas e validadas por pessoas com deficiência visual.

Essa participação é parte importante do processo, pois aproxima o desenvolvimento dos recursos das experiências e percepções de quem efetivamente os utiliza. Mais do que pensar acessibilidade para pessoas com deficiência visual, buscamos construir práticas de acessibilidade com a participação de pessoas com deficiência visual.

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Ao final, cada participante coloca esses conhecimentos em prática por meio da criação de uma imagem tátil.

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Acessibilizar uma imagem é também descobrir outras maneiras de perceber, comunicar e criar.

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