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Fotografia horizontal em ambiente interno de exposição. Ao centro, cinco pessoas conversam diante de fotografias expostas na parede. Três delas trajam camisetas laranja com a palavra “EDUCADOR” nas costas. Há piso tátil no chão e totens expositivos com peças táteis e fones de ouvido junto à parede.

.sensibilização e
capacitação

O que é? 

Uma frente de atuação voltada a ampliar a consciência sobre acessibilidade cultural e, ao mesmo tempo, desenvolver conhecimentos e práticas para torná-la realidade nos diferentes contextos da cultura e das artes visuais.

A sensibilização convida a perceber, refletir e reconhecer barreiras. A capacitação oferece conhecimentos, estratégias e ferramentas para transformar práticas.

Para quem é? 

Para público geral, artistas, educadores, estudantes, produtores e gestores culturais, curadores, equipes de museus, galerias e centros culturais, instituições, organizações, empresas e demais pessoas interessadas em acessibilidade, cultura e artes visuais.

As ações podem ser pensadas tanto para quem está tendo um primeiro contato com a temática quanto para equipes e profissionais que desejam aprofundar conhecimentos e incorporar práticas acessíveis em seu trabalho.

Foto: Treinamento equipe de educativo do Museu da Energia de São Paulo para exposição:

O Ato Fotográfico Acessível, Subversivo e sua Transversalidade Cultural.

Sensibilizar para ampliar perspectivas e capacitar para transformar práticas.

Como acontece?

Por meio de palestras, rodas de conversa, encontros, oficinas, treinamentos, ações educativas em espaços culturais e outras atividades de sensibilização e conscientização.

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As ações podem acontecer em museus, galerias, centros culturais, instituições de ensino, organizações, empresas, eventos e outros espaços interessados em promover a acessibilidade cultural. 

Temas abordados?

Os temas são adaptados ao público e ao contexto de cada ação e podem incluir:

  • Introdução à acessibilidade cultural;

  • Acessibilidade nas artes visuais;

  • Cultura, inclusão e participação de pessoas com deficiência;

  • Barreiras atitudinais e capacitismo;

  • Acessibilidade em museus, exposições e espaços culturais;

  • Mediação cultural e práticas educativas acessíveis;

  • Comunicação e relacionamento com públicos diversos;

  • Recursos e estratégias de acessibilidade;

  • Boas práticas para tornar experiências culturais mais inclusivas.

Fotografia vertical de uma sala com paredes cinza com três pessoas sentadas, vistas de costas. Elas acompanham uma apresentação exibida em uma televisão fixada na parede. Na tela, vê-se  uma videoconferência com a janela de um homem e um slide intitulado “Comunicação acessível no Instagram”, com tópicos sobre recursos de acessibilidade. Abaixo da televisão, um notebook reproduz a mesma apresentação na tela.

Foto: Módulo de acessibilidade em redes sociais para o curso "Gerenciamento de Redes Sociais" durante o projeto "Cine Bellas Artes" do Cine Foto Clube Amparo Centro Cultural à convite do professor Rafael Henrique. 

Fotografia horizontal. Em uma sala de paredes brancas e cinza, um homem está sentado diante do público e conduz uma apresentação. Ele gesticula com uma das mãos. Na televisão atrás dele, um slide traz o título “Combatendo o capacitismo”, com textos e ilustrações. À frente do homem, várias pessoas estão sentadas em semi circulo.

Foto: Workshop de projetos e acessibilidade cultural durante o projeto "Cine Bellas Artes" do Cine Foto Clube Amparo Centro Cultural. 

As ações de sensibilização e capacitação ajudam a transformar percepções em práticas, fortalecendo uma cultura de acessibilidade dentro de equipes, projetos e instituições.

Fotografia horizontal. Em um espaço expositivo, sete pessoas estão reunidas em semicírculo. Ao centro, um homem de boina escura gesticula. Ele segura um celular e fala ao grupo. À direita, há textos e imagens nas paredes e uma tela vertical com o rosto de uma pessoa negra. Ao fundo e à esquerda, vê-se parte de uma ambiente de paredes brancas com cobertura de palha e cortinas floridas.

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Entre os principais benefícios das ações: 

  • ampliam o conhecimento sobre acessibilidade cultural;

  • sensibiliza para as diferentes experiências e formas de participação de pessoas com deficiência;

  • reconhece barreiras que muitas vezes passam despercebidas;

  • combate capacitismo e barreiras atitudinais;

  • prepara equipes para acolher e se comunicar com públicos diversos;

  • oferece ferramentas para incorporar acessibilidade desde o planejamento;

  • qualifica ações educativas, exposições, eventos e projetos culturais;

  • amplia o acesso e a participação de diferentes públicos;

  • contribuir para espaços culturais mais acolhedores, diversos e inclusivos.

Foto: Apresentação do recurso de acessibilidade "audiodescrição" implementado na exposição Casa da Memória Negra de Salto (Museu da Cidade de Salto - Ettore Liberalesso). 

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